quinta-feira, 28 de junho de 2012

Siga o coração, mas leve o cérebro junto

Sabe aquele sentimento antes habitado em meu coração?! Sabe aquela centelha do amor que acendeu novamente?! Poizé, será que apago ela ou deixo que ela consuma meu coração inteiramente. Uma coisa eu sei, os danos são previstos, mas quem não se arrisca, não aproveita o inusitado. 

Um sentimentalismo tosco, algo inédito que visa proceder no mais infinito lugar que existe. Uma lucidez de bravura, se clareia no instito de uma só escuridão. Afinal, o que importa se uma vez na vida acontecer, ou se rumos novos eu percorrer no caminhos tosco e lucido do sentimento. Eis aí o que pretendo entender, um recomeço ou um final, um instinto ou um intuito, uma certeza ou dúvida, uma coragem ou um medo.  

O que posto hoje são sentimentos antigos que de vez em outra, nos fazem reviver ou querer reviver o que ja vivemos. Ou simplesmente nos faz querer viver algo inusitado, algo diferente. Querer, e ter que esqueer é impossível. Quando isso sairá da mente, quando pensarei novamente em meus afazeres?!
Quando isso acabar será melhor, pelo menos não vou ferir meu coração, pois em mim existe a razão e essa não jogarei fora. Irá caminhar pra sempre comigo.



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